Namorando as palavras com a ponta dos dedos

08
Abr 07
Os pássaros agitavam asas, em coreografias de vai e vem ao sabor do vento ameno.
Caçadores de insectos sem fim, recebiam a primavera num chilrear de tempo novo.

Raios de sol aquecem os corpos de tempos parados, no deixar estar, requintes de prazer saboreados.

A estrada serpenteava por entre as vertentes verdes pintalgadas de todos os tons, os nossos olhos janelas ao tempo recebiam todo aquele manancial de prazer.

De frente ao mar para lá do horizonte nada e tudo se vê o vento de encontra ao nosso rosto,tráz a frescura do ar ao nosso interior.

No fundo da falésia o mar se agita e desmancha de encontra ás rochas, desfazendo-se em múltiplas manchas de espuma branca.

Por detrás do cruzeiro em pano de fundo ergue-se ao azul devota construção de interiores doirados e ideias e convicções talhadas.

Fazendo sobrevoar o olhar por cima de redondo tecto, bem no fundo de encontre ao horizonte encimado está, o que de mouro foi e de Sintra é.

Quando o mar a terra encurva o útero se enche e a ano se abre da Páscoa é a época.

Mastros sem velas como navios que não navegam, cilíndricas formas em cone aos céus lançados, moedores de farinha cujo pão forças antigas fizeram erguer as obras aos nossos olhos dados.

Sobrepostas camadas fulvas tonalidades erguesse ao céu o poder das entranhas da terra essa mãe de todas as coisas.
publicado por Jalves às 21:55

Jalves eu vou mt vezes ver o mar ao Cabo Espichel é lindo ver as ondas baterem furiosamente contra as rochas.
Olhando a falésia dá-me a sensação de liberdade e poder voar. A força da natureza está ali presente.
Fica bem
Beijoca
isa a 8 de Abril de 2007 às 23:49

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