Namorando as palavras com a ponta dos dedos

15
Jun 08

Devoramos as ideias nos pratos sujos do tédio

limpando os lábios aos cotovelos no delírio das coisas vulgares

rasgamos as contas no papel engordurado dos dias menos felizes

esperando que a luz na noite se faça

e as frestas das portas deixem passar o mofo dos nossos interiores sempre adiados.

publicado por Jalves às 23:16

Pela mesma fresta da porta, um vulto soturno entrou...
Vulto das inconfidências,
Do desconhecido,
Do incompreêndido.

Ou apenas e só apenas,
A sombra de um avião que passou pelo Sol.


Abraços.
Sr. do Vale a 2 de Julho de 2008 às 00:22

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