Namorando as palavras com a ponta dos dedos

17
Jul 06
Escorriam sempre para o mesmo lugar acompanhando o sentido das viagens, estas águas vividas de diários de quem se levanta para a vida de todos os dias na certeza de uma só direcção.
O vento engorda as velas empurrando mais além pedaços flutuantes de vida temperados no sal da bolina rio acima .
Os vapores fundeavam a meio rio como quem espera noticias da margem de lá, carregavam  desejos de trabalho de corpos famintos de tanta coisa.
Lisboa era como um postal ilustrado de um azul de claridades contrastando com o cinzentismo dos rostos de quem a vivia , da minha varanda para a cidade com o Tejo a meus pés as tardes de verão tinham um crepúsculo anunciando tempos de faces felizes. Para quando?.
publicado por Jalves às 00:03

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