Namorando as palavras com a ponta dos dedos

21
Jul 06


Rasgam em seus angulos dores de carne despidas no vazio dos becos sujos das nossas memórias, onde os cães farejam o rasto de corpos outrora abandonados pelos desejos vadios de tanta escuridão.
A alma viaja com asas de borboleta tonta de tantas flores, nos jardins perdidos pelas esquinas do tempo roçando devagar nas portas do desejo a líbido toda entornada para fora de si mesmo no derradeiro suspiro da existencia gritada aos espelhos das casas vazias de janelas.
A aparençia entorna para fora de nós as coisas mais mesquinhas.
publicado por Jalves às 22:35

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