Namorando as palavras com a ponta dos dedos

25
Jul 06
Rasgados os corpos pelo aço das Bestas a morte jaz na horizontalidade do tempo acabado.
As feridas abertas como sulcos na carne perdida de esperanças vertem o sangue no asfalto da estrada sem regresso.

( Família Libanesa atingida por fogo inimigo quando tentava chegar a lugar seguro )
   Pai, Mãe cinco Filhos.

Paz para eles .
publicado por Jalves às 22:14

Olá,
"A morte ...na horizontalidade do tempo..." é uma imagem muito bonita, apesar da sua referência ser a uma catástrofe. Belo poema!

A semana desapontou. Mas esperemos uma melhor (porque tem que ser assim, não é?)

Abraços,

Anita

anita a 29 de Julho de 2006 às 14:29

Os que partem serão sempre presentes nos lugares de onde saíram , fica-lhes o odor de sua vivência por vezes até ao âmago .
Jalves a 29 de Julho de 2006 às 23:05

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