Namorando as palavras com a ponta dos dedos

14
Set 06
Que sei eu do murmúrio das estrelas essa transgressão imaginaria que é viver no céu, com sóis de bestiário, e luas brancas enlouquecidas na sua quase humanização.
Desço num regresso geométrico há natureza, a esse nenúfar que por vezes cruza minhas   aguas de rio / corpo.
publicado por Jalves às 22:54

Jalves, obrigado por anexar o endereço de meu blog em vossa lista de 'links'....também,obrigado pela indicação sobre teu conterrâneo, Zeca Afonso.Inclusive,há uma postagem nova dedicada a ti...oportunamente,por favor,confira...aliás,acabo de conferir esse teu poema e é impressionante a verdade de tua geometria 'luas brancas enlouquecidas em sua quase humanização' (o controle do satélite natural sobre os nossos humores e do planeta) e completas com ' a esse nenúfar que por vezes cruza minhas águas de rio/corpo"...parabéns...amplexos sonoros...namaste
Pituco a 16 de Setembro de 2006 às 19:42

passei para um rápido "olá", mas levada pelo encantamento desses pensamentos me detive um pouco mais.
aprecio essa intimidade que tens com a palavra, "brincando" com seus mais variados ângulos e prismas.
maravilha, Jalves, voltarei com mais calma.
obrigada pelo momento de puro enlevo.

Abraço,
Val
Valéria a 20 de Setembro de 2006 às 22:17

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